Inácio na campanha de Jô Moraes


A candidata à Prefeitura de Belo Horizonte pela coligação BH é Você (PCdoB / PRB), Jô Moraes e o senador Inácio Arruda (PCdoB – CE) estiveram nesta segunda-feira (/09),no bairro Granja de Freitas, na Região Leste da capital.

O senador começou a fazer a campanha para todas as candidatas do PCdoB nas capitais em que o partido concorre. Arruda escolheu iniciar a jornada por Belo Horizonte e falou sobre a importância da eleição de Jô Moraes. "Acho que é a hora das mulheres no poder e a Jô é uma liderança destacada do nosso partido, nossa líder no Congresso Nacional, com uma capacidade incrível de diálogo, debate e discussão dos principais problemas brasileiros; eu participei da Comissão de Desenvolvimento Urbano e a Jô tem debatido muito as questões urbanas. Além disso, é uma candidata forte para representar o campo democrático e popular na disputa em Belo Horizonte", disse.

A candidata esteve em frente ao posto de saúde da região e conversou com os responsáveis pelo local sobre o número de atendimentos. Além disso, Jô esteve com médicos do posto, falaram sobre sua rotina de trabalho com os moradores da comunidade.

Antes de iniciar a caminhada pelo bairro, a candidata falou sobre as condições da disputa eleitoral na cidade, em que "sucessivas ações" de sua campanha foram barradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). "Até que enfim o Ministério Público Eleitoral coloca diretamente junto à Justiça Eleitoral um processo que questiona aquilo que nós estamos questionando há muito tempo: o abuso do poder econômico e uso de ações administrativas em atos eleitorais. Alguém precisava ser no mínimo, independente e não temer qualquer tipo de pressão".

Jô disse ainda ter esperança de que a cidade recupere o direito de ter eleições livres das pressões do poder econômico e das máquinas administrativas. "Parece que há uma confraria em que nada pode atingir a pessoa do governador, mesmo que este esteja infringindo a legislação Tenho confiança de que em algum momento a lei será maior do que a pessoa do governador; todo homem público e toda mulher pública tem o seu limite, que é a lei", concluiu.