19 de maio de 2017

Equipes recebem mentorias para aprimorarem os projetos

Neste segundo dia da etapa brasileira da Imagine Cup, competição que transforma projetos acadêmicos em startups de sucesso, as 15 equipes que disputam o título brasileiro da Copa do Mundo da Tecnologia, estão reunidas no Hubine para receber mentoria para lapidação dos projetos.

Eles irão apresentar seus pitchs aos mentores que darão suas orientações técnicas, de negócios e sobre habilidades na apresentação dos trabalhos. Tudo para garantir um show na apresentação de quarta-feira, no Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, quando será realizada a etapa final da competição, com avaliação dos projetos por um júri especializado.

Ao abrir as atividades desta terça, Cynthia Zanoni, evangelista técnica da Microsoft, destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos estudantes.

“Precisamos usar a tecnlogia para encontrar soluções para os problemas. Transformação digital não é só novas tecnologias, novos métodos, mas usar a tecnologia de forma diferente para conseguir resolver alguma coisa. Quando vamos desenvolver, temos que pensar nas pessoas, não basta criar um aplicativo. Essa é a grande responsabilidade: usar seu conhecimento, o que temos de melhor, para fazer diferença”, ressaltou.

As duas equipes vencedoras, que irão representar o Brasil na final mundial em Seattle, nos Estados Unidos, serão anunciadas na cerimônia de premiação que ocorrerá na quinta-feira, 18, no Cineteatro São Luiz, às 15 horas. O evento é uma realização da Microsoft e do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece).

Dos 15 projetos escolhidos para concorrer, três são cearenses. Os jovens que elaboraram os trabalhos são da Universidade Federal do Ceará (projeto “Vibeye”), Universidade de Fortaleza (projeto “M.O.A.C.I.”) e Faculdade Farias Brito (projeto “Cod.cad”). Os projetos apostam em inclusão social, sustentabilidade e democratização do conhecimento.

Os estudantes vêm de diferentes regiões do País e de universidades públicas e privadas. Utilizando a computação em nuvem, desenvolveram aplicativos, dispositivos inteligentes, jogos e até uma rede social, que podem trazer soluções inovadoras para consumidores, negócios e sociedade.

“Queremos ver o Brasil trazer novamente a taça, temos muita confiança e muito orgulho do projeto de vocês”, finalizou Cynthia.

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